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Sertanejos bolsonaristas devem mais de R$ 900 mi à Receita

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Sertanejos bolsonaristas devem mais de R$ 900 mi à Receita

 

Jornalista Ricardo Feltrin aponta que despesas são dos artistas e de empresas que promovem suas carreiras; apoio pode estar ligado a troca de “relaxamento” das dívidas

 

Prédio da Receita Federal em Brasília | Foto: Reprodução/RF

Um levantamento feito pelo jornalista Ricardo Feltrin, editor do site Splash, sobre celebridades no portal Uol, e do blog  Ooops, apontou que o mundo sertanejo bolsonarista possui uma dívida com a Receita Federal que pode passar dos R$ 900 milhões. A notícia foi divulgada após o presidente Jair Bolsonaro (PL) se reunir com diversos cantores sertanejos no Palácio da Alvorada, na última segunda-feira (17).

Segundo o jornalista, as pendências são de dívidas, pagamentos atrasados e multas de Imposto de Renda a pessoas físicas e jurídicas. As empresas que promovem a carreira dos sertanejos apoiadores de Bolsonaro em nome de procuradores, agentes, amigos, parentes, empresários e até “laranjas” dos próprios artistas, também acumulam dívidas federais.

O portal Brasília Capital apurou ainda que outras “benesses podem fazer parte do pacote de apoio dos sertanejos à reeleição do atual presidente. Entre elas, a transformação de terras federais rurais em urbanas. Algumas delas são fazendas pertencentes aos sertanejos em estados como Goiás e São Paulo, onde os artistas pretendem construir grandes condomínios de luxo.”

Estiveram no encontro com o presidente: Gusttavo Lima, Leonardo, Zezé Di Camargo (da dupla com Luciano), Chitãozinho (da dupla com Xororó), Fernando (da dupla com Sorocaba), George Henrique (da dupla com Rodrigo) e Sula Miranda. O locutor Cuiabano Lima também esteve presente.

Relaxamento

Fontes ouvidas pelo jornalista Ricardo Feltrin dizem que o apoio dos artistas a Bolsonaro pode estar ligado a uma promessa futura de “relaxamento” de suas dívidas em até 90%, caso ele se reeleja.

Alguns dos devedores da Receita estão usando o sistema federal “Regularize” para questionar ou negar as dívidas. Embora o sistema já existisse, ele foi ampliado assim que o presidente tomou posse, em 2019.

Há muitas outras investigações em andamento nos Ministérios Públicos Federais de São Paulo, Rio, Paraná, Goiás, Piauí, Minas Gerais, Maranhão, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Alagoas

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