A pesquisa anual foi realizada com 150 mil pessoas em 148 países do mundo tanto presencialmente, quanto por telefone. De forma geral, a felicidade global tem aumentado desde 2006, mas se manteve estável em 2014 com relação a 2013, com média de 71.
Os entrevistados responderam questões sobre os sentimentos e emoções positivos e negativos vivenciados no último dia. O questionário incluiu perguntas como “você descansou bem?”, “foi tratado com respeito?”, “deu risada ou sorriu?” e também “sentiu raiva?”, “sentiu tristeza?” e “ficou estressado?”.
No Paraguai, o índice de felicidade é de 89, na Colômbia, 84 e no Equador, 84. Já os que tiveram menos experiências positivas foram Sudão (47), Tunísia (52) e Bangladesh (54).
As respostas foram compiladas no índice de experiência positiva por cada nação. O estudo concluiu que a liberdade individual e a presença de experiências sociais influem no índice de felicidade. E também que a ausência de experiências negativas não implica, necessariamente, em mais experiências positivas.
De acordo com a empresa, o fato de “muitas pessoas terem reportado experiências de emoções positivas na América Latina pelo menos em parte reflete a tendência cultural da região de focar em aspectos positivos da vida”.
As experiências mais negativas foram registradas por cidadãos de Iraque (56), Irã (50) e Camboja (46). Iraque lidera o ranking desde 2011 e desde 2008 está entre os cinco primeiros.
Já os países da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) são os que tiveram menos relatos de experiências negativas com dez países no topo do ranking. O quadro é liderado pelo Uzbequistão (12), seguido por China (15) e Mongólia (15).
Os iraquianos e iranianos são os que relataram mais experiências de raiva. 49% dos entrevistados disseram ter sentido raiva recentemente.
Os países nos quais as pessoas disseram ter tido tanto experiências positivas quanto negativas figuram entre os mais emotivos do mundo. O ranking também é liderado pela América Latina, com Bolívia (59%), El Salvador (59%) e Equador (58%) no topo do ranking. Já os menos emotivos são Bangladesh (37%), Azerbaijão (38%) e Geórgia (38%).
Fonte: Opera Mundi
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