A greve dos bancários que começou no dia 18 desse mês em Goiânia segue forte em todo o estado e com adesão de agências bancárias na própria capital e no interior.
Em Goiânia o movimento é intensificado pelos bancários do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e da rede privada, policia civil e agentes escrivães e funcionários dos correios protestam em conjunto contra as imposições e o não cumprimento das reinvindicações de cada categoria à sua hierarquia.
Unidos, os trabalhadores e os dirigentes sindicais representantes das categorias defendem suas bandeiras e denunciam a postura intransigente dos patrões. Mais ações em protestos estão programadas e cada grupo se posiciona firmemente sobre a continuidade da greve por tempo indeterminado até que as demandas sejam atendidas.
Em Catalão, a greve dos correios foi aderida momentaneamente por apenas cinco funcionários, o que não deve prejudicar os serviços e os atendimentos da instituição. Eles lutam pelo aumento real de 15% no salário; 20% de perdas salariais; mais segurança nas agências; melhorias nos planos e benefícios; contratação de funcionários; redução da jornada de trabalho de 6 horas para atendentes, entre outras. Em especial os grevistas dos correios em Catalão pedem também a equiparação do piso salarial a dos funcionários-caixa dos bancos que é de R$ 1.800, por alegarem fazer as mesmas funções por 12 anos. O piso da categoria é de R$ 1.003.
A greve dos bancários, que começou no dia 19 em várias partes do país e que passou a valer pouco depois em Catalão deve continuar por tempo indeterminado segundo a organização do movimento. Na cidade apenas os funcionários da Caixa Econômica Federal paralisaram. A qualquer momento a greve pode também ser deflagrada no Banco do Brasil.
Até o momento a greve dos bancários fechou cerca de 10 mil agências e centros administrativos de instituições públicas e privadas em 26 Estados e no Distrito Federal.
Em nota à categoria e a imprensa a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) diz que lamenta a posição dos sindicatos e que tem com as lideranças sindicais uma “prática de negociação pautada pelo diálogo”. Eles dizem respeitar o direito de greve e que tentará o possível para minimizar os impactos negativos do movimento.
Aderindo à paralisação desencadeada em todo Estado, a Polícia Civil de Catalão também está em greve. Agentes e escrivães cruzaram os braços exigindo do governo o pagamento de piso salarial de R$ 7.250,00 e ainda a implantação da política de bônus de resultados, que é paga somente aos delegados, desde julho do ano passado.
Boletins de ocorrência não estão sendo registrados, bem como furtos e roubos. A Polícia Civil faz apenas os registros de crimes hediondos, como assassinatos e prisão em flagrante. As investigações estão paradas e apenas 30% do efetivo devem continuar trabalhando para manter o mínimo funcionando conforme assegura a lei.
Por: Gustavo Vieira
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